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Projeto em planejamento

Esta discussão propõe um diálogo conceitual entre saúde mental e ciências exatas a partir de uma comparação exclusivamente hermenêutica, sem pretensão de equivalência científica. O percurso teórico parte das reflexões de Georges Canguilhem sobre o normal e o patológico, passa pela teoria de campo de Kurt Lewin e avança, por analogia, até conceitos fundamentais do eletromagnetismo.

A física aparece aqui não como fundamento explicativo da saúde mental, mas como campo de analogias estruturais capazes de ampliar o pensamento psicológico, oferecendo novas formas de compreender normalidade, afetação, forma e experiência vivida.

Formato

Esta discussão começa em formato de aula e termina como espaço de conversa orientada. Abordagem conceitual, interdisciplinar e não técnica.

Público

Pessoas interessadas em saúde mental, psicologia, filosofia e ciência. Não é necessário conhecimento prévio em física.

Duração

Encontro único com duração aproximada de 2 horas.

Abordagem

Comparação hermenêutica entre psicologia e física, sem pretensão cientificista ou explicativa.

Modalidade

Online, ao vivo.

Investimento

Contribuição consciente. Cada participante contribui com o valor que fizer sentido.

Objetivo do Evento

O propósito desta discussão será atingido se, ao longo da construção de um sistema de analogias que se articula e se desenrola sem perder o sentido de forma, for possível sustentar a seguinte afirmação:

"Aquilo que você enxerga como normal é aquilo que mais te afeta."

Como Participar

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Dúvidas

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Esta discussão não tem caráter técnico, terapêutico ou de formação científica formal. A física é utilizada como campo de analogias conceituais, e não como explicação causal dos fenômenos psicológicos.